
Fundação: 1909 - Zwickau, Alemanha
Proprietário: Volkswagen AG
Sede atual: Ingolstadt, Alemanha
Site: https://www.audi.de/de/brand/de.html
Em 14 de novembro de 1899, August Horch, fundou a A. Horch & Cie., na cidade de Colônia, na Alemanha, que posteriormente, em 1902, se mudou para Reichenbach im Vogtland. Em 10 de maio de 1904, ele fundou a August Horch & Cie. Motorwagenwerke AG, uma sociedade anônima em Zwickau (Estado da Saxônia).
Em 16 de julho de 1909, depois de desentendimentos com seus sócios, Horch, deixou a Motorwagenwerke e fundou em Zwickau, sua segunda empresa, a August Horch Automobilwerke GmbH. Assim que estabeleceu a nova empresa, seus antigos parceiros o processaram por violação de marca registrada, e o Supremo Tribunal de Leipzig, determinou que a marca Horch pertencia à sua antiga empresa.
Como Horch foi proibido de usar seu próprio nome na empresa, ele foi a casa de seus amigos Paul e Franz Fikentscher, para que prensassem juntos em um novo nome. Durante essa reunião, o filho de Franz que estudava latim em um canto da sala, se pronunciou: "Pai, não seria uma boa ideia chamá-lo Audi em vez de Horch? “Horch” em alemão significa ouvir, que na forma imperativa singular do latin é “audire” ou “Audi”.
A ideia foi imediatamente aceita por todos que participavam da reunião, e em 25 de abril de 1910, nasceu a Audi Automobilwerke GmbH Zwickau, (que em 1915 passou a se chamar Audiwerke AG Zwickau) e com ela seus dois primeiros veículos, o Audi Type A 10/22 hp Sport-Phaeton e o Audi Type B 10 / 28PS. Eram carros com motores de 2.612 cc, com quatro cilindros em linha, e foram seguidos por modelos de 3.564 cc, 4.680 cc e 5.720 cc, todos bem-sucedidos mesmo em eventos esportivos. O primeiro modelo de seis cilindros, foi o Audi Type M, de 4.655 cc, lançado em 1924.
Os anos 1920 e 1930
August Horch deixou a direção da Audiwerke em 1920 para ocupar uma alta posição no Ministério dos Transportes, passando a fazer apenas parte do conselho de administração. Em setembro de 1921, a Audi tornou-se a primeira montadora alemã a apresentar um carro de produção, o Audi Type K.
Em agosto de 1928, Jörgen Skafte Rasmussen, proprietário da Dampf-Kraft-Wagen (DKW), adquiriu a maioria das ações da Audiwerke AG e também comprou a Rickenbacker Motor Company, que fabricava motores de oito cilindros. Em 1929 a empresa lançou os modelos Audi Type SS Zwickau e Audi Type T Dresden, que foram oferecidos com os motores de oito cilindros, mas tembem em versões com seis e quatro cilindros, sendo que os de 4 cilindors eram fornecidos pela Peugeot.
Paralelamente ao desenvolvimento da Audi, havia uma outra fabricante de veículos instalada na cidade de Chemnitz, chamada Wanderer Werke AG, fundada em 1896 por Johann Baptist Winklhofer e Richard Adolf Jaenicke, que devido aos efeitos da grande depressão de 1929, vendeu inicialmente sua produção de motocicletas para Frantisek Janecek, o que deu origem a Jawa Motorcycles (JAnecek e WAnderer) e em seguida vendeu a produção de automóveis para Rasmussen.
Em 1932, a Audi fundiu-se com Horch, DKW e Wanderer, formando a Auto Union AG. O primeiro veículo após a fusão, foi o Audi Front que também foi o primeiro carro europeu a combinar um motor de seis cilindros com tração dianteira.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Auto Union usou os quatro anéis interligados que compõem o emblema da Audi hoje, representando essas quatro marcas. Acredita-se que o design tenha sido idealizado por Klaus von Oertzen, diretor de vendas da Wanderer, em alusão a escolha de Berlim, como sede das Olimpíadas de 1936. Curiosamente, o Comitê Olímpico Internacional processou a Audi no Tribunal Internacional de Marcas, em 1995, alegando plágio. Mas não obtiveram sucesso.
O emblema foi usado apenas em carros de corrida da Auto Union, enquanto as empresas associadas usavam seus próprios nomes e emblemas. O desenvolvimento tecnológico tornou-se cada vez mais concentrado e alguns modelos Audi foram impulsionados pelos motores construídos pela Horch e pela Wanderer.
Com a pressão econômica da época, a Auto Union concentrou-se cada vez mais em carros menores, com isso, a marca DKW respondia por 17,9% do mercado de carros alemães, enquanto a Audi detinha apenas 0,1%. Essa disparidade, fez com que o conselho decidisse tira-la do mercado e em 1939, os últimos Audis foram produzidos.
Os anos 1940
Como a maioria das manufaturas alemãs, no início da Segunda Guerra Mundial, as fábricas da Auto Union foram reequipadas para a produção militar e foram alvo de bombardeios aliados durante a guerra. Em 1945 sob ordens militares da União Soviética, as fábricas foram desmanteladas como parte da reparação de guerra. Depois disso, todos os ativos da empresa foram expropriados sem compensação, e em 17 de agosto de 1948, a Auto Union AG foi excluída do registro comercial. Os restos da fábrica da Audi, tornaram-se a VEB Automobilwerk Zwickau.
Sem perspectiva de continuar a produção na Alemanha Oriental controlada pelos soviéticos, os executivos da Auto Union começaram o processo de transferir o que restava da empresa para a Alemanha Ocidental. Um local foi escolhido em Ingolstadt, na Baviera, para iniciar uma operação de peças de reposição no final de 1945, que acabaria por servir como sede da reforma da Auto Union em 1949.
A antiga fábrica da Audi em Zwickau reiniciou a montagem dos modelos pré-guerra em 1949. Esses modelos da DKW foram renomeados para IFA F8 e IFA F9 e equipados com os tradicionais e renomados motores DKW de dois tempos. A fábrica de Zwickau também fabricou o Trabant, de 1958 até 1991.
Em 3 de setembro de 1949, uma nova Auto Union, com sede em Ingolstadt na Alemanha Ocidental foi iniciada com empréstimos do governo do estado da Baviera e ajuda do Plano Marshall. Ela seguiu com a tradição da DKW de produzir veículos com tração dianteira e motores de dois tempos. Isso incluiu a produção de uma pequena, mas resistente motocicleta de 125cc e uma van para fins profissionais, a DKW F89 L.
Os anos 1960
Em 1958, em resposta à pressão de Friedrich Flick, então o maior acionista individual da empresa, a Daimler-Benz adquiriu 87% da Auto Union, e isso foi aumentado para 100% em 1959. Entretanto, carros pequenos e de dois tempos não eram o foco da Daimler-Benz, e no início dos anos 1960 ela investiu na construção de uma fábrica de última geração para a Auto Union, o que também estava sendo feito por concorrentes, como a Volkswagen e a Opel. Infelizmente, para a Daimler-Benz, não atingiu suas expectativas com a Auto Union e decidiu se desfazer do negócio. Em 1964, a Volkswagen adquiriu uma participação de 50% no negócio.
A venda incluiria as marcas DKW e Audi, uma nova e moderna fábrica em Ingolstadt e os direitos ao design de um motor de quatro tempos quase pronto para produção que tinha sido financiado pela Daimler-Benz, o que permitiria aos novos proprietários, embarcar em um período de crescimento lucrativo. agora produzindo não Auto Unions ou DKWs, mas usando o nome "Audi", ressuscitado em 1965 após uma lacuna de 25 anos. Em contrapartida a Daimler-Benz, manteria a propriedade da marca Horch e a fábrica de Düsseldorf, que se tornou uma fábrica de montagem de furgões da Mercedes-Benz.
Dezoito meses depois, a Volkswagen comprou o controle completo de Ingolstadt e a partir de 1966, passou a produzir 60.000 Fuscas por ano. Em setembro de 1965, o DKW F102 foi equipado com um motor de quatro tempos, mas a Volkswagen desistiu da marca DKW por causa de sua associação com a tecnologia de dois tempos, então, ela reclassificou internamente o modelo para Audi F103, extinguindo a marca DKW.
Temendo que a Volkswagen não tivesse ambição a longo prazo para a marca Audi, os engenheiros da Auto Union sob a liderança de Ludwig Kraus desenvolveram em segredo, um novo projeto, que chamaram de Audi 100. Quando o protótipo foi apresentado a Heinz Nordhoff, diretor da Volkswagen, a impressão causada foi tão positiva, que ele autorizou imediatamente a produção do novo veículo, que em 1968 foi oficialmente lançado. Seu sucesso foi imediato, tanto os consumidores como os críticos das principais mídias da época, aceitaram muito bem o Audi 100, e isso fez renascer a marca Audi.
Em 01 de janeiro de 1969, a Auto Union se fundiu com a NSU, sediada em Neckarsulm, que na década de 1950, havia sido a maior fabricante mundial de motocicletas, e posteriormente passou a produzir carros de pequeno porte. Na fábrica de Neckarsulm, foram produzidos os modelos Audi A6 e o Audi A8. Nesse ano também foi criada a Quattro GmbH (que a partir de novembro de 2016, se tornaria a "Audi Sport GmbH"), uma subsidiária responsável pelo desenvolvimento e produção de modelos de alta performance da Audi.
Os anos 1970 e 1980
A nova empresa ficou conhecida como Audi NSU Auto Union AG, com sede na fábrica da NSU em Neckarsulm, e fez resurgir a Audi como uma marca separada pela primeira vez desde a era pré-guerra. Logo em 1970, apenas 1 ano após a fusão, a Volkswagen apresentou a marca Audi para os Estados Unidos, e no mesmo ano, o carro em que a NSU estava trabalhando, chamado NSU K70, e o futurista NSU RO 80, foram lançados com o emblema Volkswagen.
Os modelos Audi, também foram nomeados de acordo com sua potência e vendidos como o Audi 60, Audi 75, Audi 80, Audi Super 90 e Audi 100. Inicialmente, a Volkswagen era hostil à ideia da Auto Union como uma entidade autônoma, sendo que ela havia sido adquirida apenas para aumentar a própria capacidade de produção da Volks, por isso, os executivos da Volkswagen ordenaram a retirada do nome Auto Union e os quatro anéis que a representavam, de todos os prédios da empresa, o chefe da VW, Heinz Nordhoff, proibiu qualquer novo desenvolvimento da Auto Union.
O Audi 80 e o Audi 100, se tornaram os maiores vendedores da empresa, enquanto pouco investimento foi feito na gama NSU, que deixou de existir em 1977. A produção do Audi 100 foi transferida completamente de Ingolstadt para Neckarsulm durante a década de 1970, e em 1978 foi lançado o Audi 5000. Nesse período a imagem da Audi era bastante conservadora, e pensando na evolução da marca, os diretores aceitaram a ideia do engenheiro Jörg Bensinger, de implantar nos veículos Audi, a tecnologia de tração nas quatro rodas, usada no modelo militar da Volkswagen, o Iltis.
Assim, em 1980, foi lançado o coupé turbo Audi Quattro, o primeiro veículo alemão de produção em larga escala a apresentar tração integral permanente. Poucos desses, fabricados a mão por uma única equipe, foram produzidos, mas o modelo foi um grande sucesso em ralis. Vitórias proeminentes provaram a viabilidade dos carros de corrida com tração nas quatro rodas, e o nome da Audi ficou associado a avanços na tecnologia automotiva.
Entre 1982 e 1985, as vendas da Audi nos Estados Unidos caíram após uma série de recalls dos modelos Audi 5000, associados a incidentes relatados de aceleração súbita não intencional que teriam causado a seis mortes e 700 acidentes. Em novembro de 1986 o jornal “60 minutes” apresentou entrevistas com pessoas que haviam processado a Audi após relatar aceleração não intencional, do veículo quando o pedal do freio era acionado. Investigações subsequentes revelaram que o “60 Minutes”, havia forjado a falha, encaixando uma lata de ar comprimido no piso do lado do passageiro, ligada por meio de uma mangueira a um buraco perfurado na transmissão.
A Audi afirmou que os problemas eram causados por erro do motorista, com o uso incorreto do pedal. Posteriormente, a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) concluiu que a maioria dos casos de aceleração não intencionais, foram realmente causados por erros dos próprios motorista. Em 2012 um novo estudo da NHTSA revelou que uma falha no sistema de estabilização de marcha, além do mau uso do pedal resultante do pânico e a falta de familiaridade com o Audi 5000 contribuiu para a gravidade dos acidentes.
De qualquer forma, as vendas norte-americanas da Audi, que haviam atingido 74.061 unidades em 1985, caíram para 12.283 em 1991 e permaneceram baixas por três anos, com os valores de revenda caindo drasticamente. Para mitigar o problema, após corrigir as falhas, a Audi ofereceu maior garantia para o veículo. As vendas aumentaram, porém, só atingiram os mesmos números anteriores no ano 2000.
Em 1985, com as marcas Auto Union e NSU efetivamente mortas, o nome oficial da empresa foi reduzido para Audi AG e sua sede voltou para a cidade de Ingolstadt. A Auto Union GmbH e a NSU GmbH foram criadas para administrar as marcas registradas históricas e suas propriedades intelectuais.
Em 1986, o Audi 80 foi substituído pelo Audi Type 89, que embora tenha vendido muito bem e tivesse um exterior moderno e dinâmico, trazia um motor fraco e um pacote básico, altamente espartano. Por isso o modelo teve vida curta e foi substituído em 1987 pelo elegante Audi 90, que tinha um conjunto muito superior de recursos padrão, e no mesmo ano lançou o Audi 200 Quattro 20v, esse sim, um sedan extremamente luxuoso e potente.
Os anos 1990
No início dos anos 90, a Audi começou a mudar seu mercado-alvo para competir com as montadoras alemãs Mercedes-Benz e BMW. Isso começou com o lançamento do Audi V8 em 1990, que era essencialmente um novo motor montado no Audi 100/200, mas com diferenças notáveis na carroceria. A mais óbvia era a nova grade que agora estava incorporada no capô. Em 1992, a empresa introduziu um motor 2.8L V6, no Audi 100, que também eram opcionais no Audi 80 e Audi 90, dando a este modelo uma escolha de motores de quatro, cinco e seis cilindros, nas carrocerias Sedan, Coupé e Cabriolet.
O motor que equipava o Audi 200 Quattro 20V, tambem foi instalado no Audi Coupé, e como resultado, nasceu o Audi S2, o mesmo aconteceu com o Audi 100 que recebeu o nome de Audi S4. Esses dois modelos deram início a série S de carros de alto desempenho produzidos pela marca alemã. A Audi também introduziu novas tecnologias, incluindo o uso de alumínio, na estrutura dos seus veículos.
A próxima mudança de modelo principal veio em 1995 quando o Audi A4 substituiu o Audi 80, e o Audi A6 substituiu o Audi 100. O Audi S4 se tornou o Audi S6. Um novo modelo de hatchback, o Audi A3, que compartilhava a plataforma do Volkswagen Golf Mk4, foi introduzido em 1996, e o radical Audi TT, nas versões coupé e roadster foram lançados em 1998.
Em 1999 um novo produto foi apresentado. Era o Audi A2, um mini futurista que ajudou a recuperar a confiança do consumidor. O A2 era extremamente aerodinâmica e foi projetado com auxílio de um túnel de vento. Ele foi criticado por seu alto preço e nunca foi realmente um sucesso de vendas, mas serviu para estabelecer a Audi como um fabricante de ponta.
Os motores disponíveis em toda a gama eram agora um 1.4 L, 1.6 L e 1.8 L quatro cilindros, 1.8 L quatro cilindros turbo, 2.6 L e 2.8 L V6, 2.2 L turbo de cinco cilindros e o motor 4.2 L V8. Os V6 foram substituídos por novos 2,4 L e 2,8 L 30 V V6 em 1998, com melhora acentuada em potência, torque e suavidade. Mais motores foram adicionados ao longo do caminho, incluindo um motor V8 de 3,7 L e 6,0 L W12 para o A8.
Os anos 2000 e 2010
Todas as mudanças feitas, agradaram os consumidores, e em 2000, a empresa registrou vendas recordes de 653.000 (Esse número continuaria crescendo e em 2008, chegaria a 1 milhão de unidades), e o lucro operacional da Audi, atingiu de 1,17 bilhões de euros (aproximadamente 6,8 bilhões de reais em junho de 2018), e contribuiu para o lucro operacional de nove bilhões de euros do Grupo Volkswagen. Enquanto isso, as outras marcas, como Bentley e SEAT, registraram perdas.
A Audi começou a competir com protótipos esportivos em 1999, estreando nas 24 horas de Le Mans, com dois carro, o Audi R8R e o Audi R8C. O R8R alcançou um pódio em sua estreia em Le Mans. No final do mesmo ano, grandes marcas como BMW, Toyota, Mercedes e Nissan, abandonaram a competição, e isso ajudou o Audi R8 a vencer as temporadas de 2000, 2001 e 2002 de Le Mans.
De 2002 até 2003, a Audi liderou o Audi Brand Group, uma subdivisão do Grupo Volkswagen, focada em valores esportivos, que contava com as marcas Audi, Lamborghini e SEAT. A partir de então, fez grandes participações em todos os maiores campeonatos automobilísticos em todo o mundo, tanto em rallye como em pistas.
Em 2003, dois Bentley Speed 8S, com motores projetados pela Audi, competiram na categoria GTP, e terminaram a corrida nas duas primeiras posições, enquanto a própria Audi, terminou em terceiro. A Audi regressou ao pódio em 2004, com os três primeiros colocados sendo Audi R8.
Como parte da tentativa da Audi de promover sua tecnologia Diesel em 2009, a empresa começou a Maratona de Milhagem da Audi. O passeio de carro contou com uma frota de 23 veículos Audi TDI de 4 modelos (Audi Q7 3.0 TDI, Audi Q5 3.0 TDI, Audi A4 3.0 TDI, Audi A3 Sportback 2.0 TDI). Eles viajaram pelo continente americano de Nova York até Los Angeles, passando por Chicago, Dallas e Las Vegas durante 13 dias.
Em maio de 2011, registrou-se vendas recordes para a Audi of America com o novo Audi A7 e com o Audi A3 TDI Clean Diesel. Em maio de 2012, a Audi ainda informou um aumento de 10% em suas vendas.
Em 2015, a Volkswagen voi acusada de manipular os dados de emissões de seus carros para enganar os reguladores, permitindo que os carros poluíssem mais do que o exigido pelo governo. A Audi admitiu que pelo menos 2,1 milhões de seus estavam envolvidos, mas prometeu encontrar rapidamente uma solução técnica e atualizar todos os carros para que eles atendessem a todas as normas. Ulrich Hackenberg, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Audi, foi responsabilizado pelo problema e afastado de suas funções. Apesar da ampla cobertura da mídia, durante o mês de setembro, a Audi informou que as vendas americanas no mês aumentaram 16,2%.
A Audi, até hoje se mantem na vanguarda da tecnologia e da invoação. Seus carros são elegantes, potentes, confortáveis e seguros e a empresa não para de investir em desenvolvimento.































